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	<title>Trekking Brasil</title>
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	<description>Aventura, trilha, viagem, trekking, escalada, montanhismo e equipos!</description>
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		<title>Karina Oliani – A mais jovem brasileira a escalar o Everest</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Everest]]></category>
		<category><![CDATA[expedição mini no topo do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[karina oliani]]></category>
		<category><![CDATA[scott simper]]></category>
		<category><![CDATA[topo do mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[A multiesportista Karina Oliani,chegou ao cume do Monte Everest nesta madrugada! Karina Oliani partiu para sua maior e mais difícil missão no dia 29 de março de 2013, tentar chegar ao cume do Monte Everest, a maior montanha do mundo, com 8848 metros. Após dias de aclimatação e enfrentando nevascas, Karina Oliani e Pemba Sherpa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A multiesportista Karina Oliani,chegou ao cume do Monte Everest nesta madrugada!</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Parab+®ns.jpeg" alt="Parab+®ns" width="435" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-9076" /></p>
<p>Karina Oliani partiu para sua maior e mais difícil missão no dia 29 de março de 2013, tentar chegar ao cume do Monte Everest, a maior montanha do mundo, com 8848 metros.<br />
Após dias de aclimatação e enfrentando nevascas, Karina Oliani e Pemba Sherpa (habitante local que ajuda durante a escalada) chegaram ao cume do Everest às 7h38 da manhã, no horário do Nepal. Karina Oliani, 31 anos, é agora a mulher brasileira mais jovem a chegar ao topo do mundo. Depois de uma escalada difícil e por causa dos fortes ventos, Karina foi obrigada a dormir uma noite na Zona da Morte, a 8.000 metros de altitude, no acampamento C4 local onde normalmente um alpinista fica apenas algumas horas. Karina foi obrigada a passar mais de 30 horas no C4, aguardando a melhora no clima. A estratégia deu certo, mesmo sabendo que nessa altitude o corpo se desgasta muito mais, a espera angustiante deu a ela a chance de um ataque ao cume com ventos moderados. Neste momento Karina Oliani descansando no C4 e logo deve descer para o C2 e depois Acampamento Base.  Entre as brasileiras, ela é a Terceira a chegar ao cume e a primeira a chegar sem guia de alta montanha.</p>
<p>Abaixo fotos durante a escalada:</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Sol-nascendo-e-iluminando-Pumori.jpg" alt="Sol-nascendo-e-iluminando-Pumori" width="435" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-9065" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/07042013-sem-t+¡tulo-25.jpg" alt="07042013-sem t+¡tulo-25" width="360" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-9066" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/11042013-Everest-38.jpg" alt="11042013-Everest-38" width="580" height="180" class="aligncenter size-full wp-image-9067" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/A-descida-da-parede-apos-ter-ido-ate-o-C3.jpg" alt="A-descida-da-parede-apos-ter-ido-ate-o-C3" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-9068" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Dia-de-ventos-fortes-no-Everest-e-equipe-MINI-desfrutando-e-escalando-sozinha-a-parede-Lhotse-momento-raro.jpg" alt="Dia-de-ventos-fortes-no-Everest-e-equipe-MINI-desfrutando-e-escalando-sozinha-a-parede-Lhotse--momento-raro" width="435" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-9069" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Karina-checa-com-Pemba-as-ancoragens-de-perto.jpg" alt="Karina-checa-com-Pemba-as-ancoragens-de-perto" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-9070" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/karina-e-pemba-sherpa-mno-acampamento-base-creditos-Wally-Berg.jpg" alt="karina-e-pemba-sherpa-mno-acampamento-base-(creditos-Wally-Berg)" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-9071" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Karina-e-Pemba-Sherpa-na-Lhotse-Face.jpg" alt="Karina-e-Pemba-Sherpa-na-Lhotse-Face" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-9072" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Karina-estando-a-nova-mascara-Top-Out-que-vai-usar-acima-de-7300m-creditos-Wally-Berg.jpg" alt="Karina-estando-a-nova-mascara-Top-Out-que-vai-usar-acima-de-7300m (creditos Wally Berg)" width="435" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-9073" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Karina-guarda-as-garrafas-de-agua-dentro-do-macacao-pra-nao-congelarem.jpg" alt="Karina-guarda-as-garrafas-de-agua-dentro-do-macacao-pra-nao-congelarem" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-9074" /></p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/MINI-com-C3-de-fundo-a-7200m.jpg" alt="MINI-com-C3-de-fundo-a-7200m" width="580" height="435" class="aligncenter size-full wp-image-9075" /></p>
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		<title>Como cuidar da barraca</title>
		<link>http://trekkingbrasil.com/como-cuidar-da-barraca/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais e Técnica]]></category>
		<category><![CDATA[barracas]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados com a barraca]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>

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		<description><![CDATA[A barraca é um dos xodós dos trekkers, montanhistas e afins. Muitas pessoas juntam grana pra comprar uma barraca melhor &#8211; seja ela nacional ou importada &#8211; mais leve, menos volumosa, com mais coluna d&#8217;água, maior espaço no avanço, etc. Cada um tem o seu padrão do que é necessário. Mas esse não é o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A barraca é um dos xodós dos trekkers, montanhistas e afins. Muitas pessoas juntam grana pra comprar uma barraca melhor &#8211; seja ela nacional ou importada &#8211; mais leve, menos volumosa, com mais coluna d&#8217;água, maior espaço no avanço, etc. Cada um tem o seu padrão do que é necessário. Mas esse não é o foco do texto de hoje, o foco é que independente da marca ou do tipo da sua barraca você precisará cuidar dela após cada viagem, e descuidar disso pode lhe trazer muitos problemas, e inclusive prejuízos&#8230; Vamos ver quais são os cuidados básicos que devemos ter com a nossa &#8220;casa&#8221; portátil.</p>
<h3>1. Verifique as instruções e monte sua barraca logo que possível</h3>
<p></p>
<p>Alguns acidentes &#8211; quebras de varetas ou mesmo rasgos &#8211; acontecem por que os usuários que não conhecem a barraca erram em algum ponto na hora da montagem, principalmente se for a primeira vez e se isso estiver acontecendo com pressa e no local onde ela será usada &#8211; típica situação onde a pessoa compra a barraca e vai pra trip sem nem saber como monta-la ou mesmo se todos os itens vieram corretamente na embalagem&#8230;</p>
<div id="attachment_9051" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/barraca-marmot-earlylight2P.jpg" alt="Marmot Earlylight 2P" width="600" height="450" class="size-full wp-image-9051" /><p class="wp-caption-text">Marmot Earlylight 2P em um camping próximo da Cachoeira do Saco Bravo</p></div>
<p><strong>Ah mas eu já usei essa barraca antes, eu sei como monta-la!</strong></p>
<p>Ok, mas quem disse que os espeques, varetas e cordeletes de fixação estão todos na embalagem? Quem disse que a barraca não tem algum defeito de fabricação? Para evitar descobrir uma coisa dessas no meio da montanha é melhor perder um tempo e montar a sua barraca nova antes da viagem.</p>
<h3>2. Seque e limpe a sua barraca após o uso</h3>
<p></p>
<p>Mofo é um problema chato e que estraga a impermeabilização do tecido da barraca. É muito importante que a barraca esteja limpa e seca ao ser guardada. Nem sempre isso é possível durante a viagem. Uma vez eu peguei uma chuva na Serra dos Órgãos e acabei atrasando a minha descida por que eu esperei o sol sair para secar um pouco do sobreteto da barraca. Neste caso foi possível esperar e o tempo não estava tão ruim assim, a chuva forte tinha sido a noite. Mas quando não é possível esperar vale apelar para um pano (Perfex serve) para secar o sobreteto e o piso pelo menos, antes de guardá-la na mochila e encarar a viagem de volta pra casa.</p>
<p>Mas independente disso, ao chegar em casa monte a barraca e limpe-a. Se ela estiver muito molhada vale a pena seca-la com um pano ou mesmo deixa-la secando montada. Neste segundo caso tome cuidado para não deixar a barraca exposta ao sol por muito tempo. Outro detalhe, monte o quarto da barraca e remova a areia, terra ou pedrinhas de dentro dela &#8211; isso pode ser feito de forma rápida no local do camping (basta remover o sobreteto, soltar os espeques, abrir a porta e &#8211; com cuidado &#8211; virar a barraca para que a areia e outras sujeiras maiores saiam. Para remover outras sujeiras use apenas água e um pano, nada de escovas ou coisas do gênero.</p>
<div id="attachment_9052" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/mini-pack-manaslu-discovery-mountain.jpg" alt="Barracas de camping pequenas" width="600" height="337" class="size-full wp-image-9052" /><p class="wp-caption-text">Azteq Mini Pack e Manaslu Discovery Mountain em Ibitipoca</p></div>
<p><strong>Nunca guarde a sua barraca molhada ou úmida.</strong></p>
<h3>3. Use um &#8220;footprint&#8221;</h3>
<p></p>
<p>Mas hein? Foot o que? Footprint é o nome que se dá pra aquela lona que colocamos embaixo da barraca, na verdade, algumas barracas já vem com ela de fábrica, como é o caso da minha Marmot Earlylight 2P, mas isso em geral só acontece nos modelos importados. Nas minhas outras barracas &#8211; que são nacionais (Azteq Nepal e uma Guepardo Apolo) &#8211; essa proteção extra não existe. Aí cabe ao usuário improvisar e usar lonas de bagageiro (aquelas azuis e amarelas que encontramos no supermercado) ou mesmo plásticos mais grossos.</p>
<p>A função do footprint é proteger o fundo da barraca de alguma abrasão por atrito com o solo ou pequenas pedrinhas, bem como aumentar a proteção contra a umidade do terreno. Se possível use sempre. E ao escolher o local para montar a barraca verifique se não existem galhos ou pedras que possam furar o fundo ou mesmo incomodar a noite. Um detalhe importante, a lona usada embaixo da barraca deve ficar exatamente embaixo do quarto, sem sobras para fora. Se você deixar a lona sobrando pra fora e chover mais forte a água irá escorrer pela lona e ficará entre ela e o fundo da barraca&#8230;</p>
<div id="attachment_9053" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/azteq-nepal.jpg" alt="Barraca Nepal da Azteq" width="600" height="450" class="size-full wp-image-9053" /><p class="wp-caption-text">Nepal montada no Açu em Petrópolis, a saia foi presa com pedras por causa do vento forte</p></div>
<h3>4. Cordeletes (tirantes) e espeques foram colocados na embalagem para serem usados!</h3>
<p></p>
<p>Ao montar sua barraca sem fixa-la direito, usando os espeques e os cordeletes fornecidos junto com ela, você corre o risco de que uma ventania ou chuva mais forte causem danos ou inundem a sua barraca. Em locais expostos sempre fixe os cordeletes da barraca. Esses cordeletes ajudam a estabilizar e proteger a barraca contra o vento e evitam em muitos casos a quebra das varetas da estrutura durante uma ventania.</p>
<h3>5. Ao montar a sua barraca escolha um bom lugar&#8230;</h3>
<p></p>
<p>Ao escolher o local para montar a barraca procure pontos protegidos do vento forte e longe de árvores onde galhos ou frutas podem vir a cair sobre a barraca &#8211; sim, já vi gente montando barraca embaixo de mangueiras carregadas, &#8220;ahhhh é pra aproveitar a sombra&#8221; &#8211; não deem esse mole.</p>
<div id="attachment_9054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/barraca-guepardo-apolo.jpg" alt="Guepardo Apolo Barraca" width="600" height="450" class="size-full wp-image-9054" /><p class="wp-caption-text">Barraca Apolo da Guepardo durante gravações de review, em 2009</p></div>
<h3>6. Tenha silver tape por perto! </h3>
<p>Mesmo com todos os cuidados do mundo você pode ser vítima de algum incidente, nestes casos alguns pedaços de silver tape ajudam a tapar buracos e rasgos e, em alguns casos, permitem até remendar uma vareta quebrada.</p>
<p>É isso, cuidem bem das barracas de vocês e boas trips. <img src='http://trekkingbrasil.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Bons ventos e até a próxima, hasta!</p>
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		<title>Resultado do Concurso fotográfico Mulheres na Montanha</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 12:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres na montanha]]></category>

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		<description><![CDATA[As meninas do Mulheres na Montanha receberam umas 70 fotos e nós jurados tivemos o trabalho pra escolher as três que achamos melhores. Para tornar a disputa justa e sem panelinhas todas as fotos foram renomeadas para números, sem qualquer referência do autor(a) da imagem &#8211; muito bacana isso. Acessem o site das meninas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As meninas do Mulheres na Montanha receberam umas 70 fotos e nós jurados tivemos o trabalho pra escolher as três que achamos melhores. Para tornar a disputa justa e sem panelinhas todas as fotos foram renomeadas para números, sem qualquer referência do autor(a) da imagem &#8211; muito bacana isso. Acessem o site das meninas e saibam mais sobre o &#8220;<a href="http://www.mulheresnamontanha.com.br/" title="Visite o site Mulheres na Montanha" target="_blank">Mulheres na Montanha</a>&#8221;</p>
<p><strong>E depois dos votos do juri as três fotos vencedoras são:</strong></p>
<h3>1º LUGAR</h3>
<p>
<strong>Nome do Fotografo:</strong> Naoki Arima<br />
<strong>Cidade:</strong> Vitória &#8211; ES<br />
<strong>Profissão:</strong> geólogo<br />
<strong>Local da foto:</strong> Calogi, ES &#8211; A escaladora é a Diandra Pitella<br />
<strong>Prêmio:</strong> Bolsa Carteiro LOAD da Deuter, na cor Anthracite-Black – Deuter + Saquinho de magnésio “Mulheres na Montanha” – Mulheres na Montanha</p>
<div id="attachment_9009" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/naoki-arima.jpg" alt="Primeiro lugar - Foto por Naoki arima" width="600" height="375" class="size-full wp-image-9009" /><p class="wp-caption-text">Primeiro lugar &#8211; foto por Naoki arima</p></div>
<h3>2º LUGAR</h3>
<p>
Nome do Fotógrafo: Geraldo Flávio Parreiras<br />
<strong>Cidade:</strong> Belo horizonte<br />
<strong>Profissão:</strong> Servidor Público Administrativo<br />
<strong>Local da foto:</strong> São Thomé das Letras MG &#8211; Brasil<br />
<strong>Prêmio: </strong>Jaqueta Fleece Branco Feminina Columbia – A5 Escalada</p>
<div id="attachment_9010" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/geraldo-parreiras.jpg" alt="Segundo Lugar - Foto por Geraldo Parreira" width="600" height="399" class="size-full wp-image-9010" /><p class="wp-caption-text">Segundo Lugar &#8211; Foto por Geraldo Parreira</p></div>
<h3>3º LUGAR</h3>
<p>
<strong>Nome do Fotógrafo:</strong> Renato Francisco Fidêncio<br />
<strong>Cidade: </strong>Niterói<br />
<strong>Profissão:</strong> Bancário<br />
<strong>Local da foto:</strong> Rio de Janeiro<br />
<strong>Prêmio:</strong> Bolsa Fresh 20l Curtlo – A5 Escalada</p>
<div id="attachment_9011" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/fidencio.jpg" alt="Terceiro lugar - Foto por Renato Fidêncio" width="600" height="800" class="size-full wp-image-9011" /><p class="wp-caption-text">Terceiro lugar &#8211; Foto por Renato Fidêncio</p></div>
<p><strong>Para ver todas as fotos que participaram acesse:</strong><br />
<a href="http://www.mulheresnamontanha.com.br/acontece/concurso-fotografico-mulheres2013/" title="Visite a galeria de fotos no Mulheres na Montanha" target="_blank">http://www.mulheresnamontanha.com.br/acontece/concurso-fotografico-mulheres2013/</a></p>
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		<title>Expedição Patagônia 3 &#8211; Punta Tombo &#8211; Por Keisuke Kira</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 17:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Textos de Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Expedição Patagônia]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Keisuke Kira]]></category>
		<category><![CDATA[mochilão américa do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pinguins de Magalhães]]></category>
		<category><![CDATA[Punta Tombo]]></category>
		<category><![CDATA[textos de convidados]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota do Editor: esta é a terceira parte de um total de 6 artigos relatando uma trip feita por Keisuke Kira pela Patagônia. O material foi gentilmente cedido pelo viajante/autor para postagem no TrekkingBrasil.com. Punta Tombo é uma reserva à 180km de Puerto Madryn onde habita a maior colônia continental de pinguins do mundo.O caminho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nota do Editor: esta é a terceira parte de um total de 6 artigos relatando uma trip feita por Keisuke Kira pela Patagônia. O material foi gentilmente cedido pelo viajante/autor para postagem no TrekkingBrasil.com.</strong></p>
<div id="attachment_9020" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/punta-tombo.jpg" alt="Reserva Tombo" width="590" height="393" class="size-full wp-image-9020" /><p class="wp-caption-text">Reserva de Punta Tombo &#8211; Argentina</p></div>
<p>Punta Tombo é uma reserva à 180km de Puerto Madryn onde habita a maior colônia continental de pinguins do mundo.O caminho até Punta Tombo é longo, e partir do momento que se entra na reserva as estradas são todas de rípio, porém muito bem conservadas e sinalizadas. É preciso dirigir com atenção dentro da reserva, existem muitos Guanacos (Lama guanicoe) na beira da estrada, além de lebres e alguns roedores.</p>
<div id="attachment_9021" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/guanacos-punta-tombo.jpg" alt="Reserva Punta Tombo" width="600" height="450" class="size-full wp-image-9021" /><p class="wp-caption-text">Parte da fauna de Punta Tombo, guanacos</p></div>
<p>O centro de visitantes de Punta Tombo é muito bem organizado, conta com mirante de onde pode se ter uma visão privilegiada de toda a reserva, também possui museu, diversas placas informativas das espécies encontradas ali, além de banheiros limpos, restaurante, lanchonete e loja de souvenirs. A entrada custou 60 pesos, algo em torno de R$ 18,00 (tarifa p/ adulto estrangeiro). Depois de passar pelo centro de informações, os visitantes são levados de van até o início das trilhas. Logo no começo já percebe-se a quantidade de pinguins que há no local, são milhares por todos os lados. É possível caminhar bem perto dos animais (um caminho demarcado indica por onde o visitante deve andar), pede-se apenas que não se toque e mantenha uma distância de no mínimo 1 metro deles. O passeio vale a pena, o contato tão de perto com os pinguins é uma experiência única e rara.</p>
<div id="attachment_9022" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/pinguinera.jpg" alt="Pinguins de Magalhães" width="400" height="600" class="size-full wp-image-9022" /><p class="wp-caption-text">La Pinguinera</p></div>
<p>Como sou leigo no assunto, pedi para uma amiga que realiza uma pesquisa com o comportamento de Pinguins-de-Magalhães dar uma breve introdução sobre essa espécia encontrada em Punta Tombo. </p>
<div id="attachment_9023" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/pinguin.jpg" alt="Patagônia Argentina" width="600" height="399" class="size-full wp-image-9023" /><p class="wp-caption-text">Os visitantes caminham bem perto doa animais</p></div>
<h4>Os Pinguins-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) são aves marinhas sul americanas.</h4>
<p>
<strong>Texto: Gabriela Nóbrega Lavorini.</strong></p>
<div id="attachment_9025" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/pinguim-magalhaes.jpg" alt="fauna Patagônia" width="400" height="600" class="size-full wp-image-9025" /><p class="wp-caption-text">Pinguim-de-Magalhães</p></div>
<p>São altamente adaptados para viver no oceano e, em vida livre, passam boa parte do tempo nadando e se alimentando. Os adultos atingem em torno de 70 cm de comprimento e pesam cerca de quatro quilos. Quando jovens, são menores que os adultos e sua plumagem geralmente é acinzentada. Apesar dos pinguins serem considerados símbolos da Antártida, os Pinguins-de-Magalhães não enfrentam as temperaturas antárticas, pois habitam zonas temperadas e estão ambientados com temperaturas de 3oC a 29 oC. Os principais alimentos presentes em sua dieta são a anchoita (Engraulis anchoita), merluza (Merluccius hubbsi) e a sardinha-fueguina (Sprattus fueguensis). A reprodução do S. magellanicus ocorre de setembro a março em grandes colônias. Os Pinguins-de-Magalhães, em sua maioria, fazem tocas para a nidificação, geralmente escolhendo substratos com pouca quantidade de areia ou cascalho e pequenas partículas de argila ou lodo. Os casais estabelecem apenas um ninho com ovos a cada temporada de reprodução e geralmente são gerados dois ovos por casal, com um período de incubação de aproximadamente quarenta dias. Os dois filhotes são cuidados pelos pais que os alimentam por cerca de dois meses. Depois desse tempo os filhotes vão para o mar sem acompanhamento dos pais e após um ano fazem a primeira muda de penas, assemelhando-se, fisicamente, aos adultos.</p>
<div id="attachment_9026" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/toca-pinguim.jpg" alt="Pinguim de Magalhães" width="600" height="399" class="size-full wp-image-9026" /><p class="wp-caption-text">O local é releto de tocas onde os pinguins descansam</p></div>
<div id="attachment_9027" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/filhotes-pinguim.jpg" alt="Pinguim" width="600" height="399" class="size-full wp-image-9027" /><p class="wp-caption-text">Filhotes que não passaram pela primeira muda ainda</p></div>
<p>No ambiente natural os Pinguins-de-Magalhães formam grandes colônias nas costas da Argentina, do Chile e nas Ilhas Malvinas. Alguns pinguins alcançam o litoral sul e sudeste do Brasil no final do outono. Geralmente, são animais jovens que se afastam de seu grupo e chegam bastante debilitados, muitas vezes, devido à contaminação por óleo derramado pelos navios petroleiros que transitam a região. A principal colônia de nidificação da espécie, em Punta Tombo (Argentina), sofreu redução de 400 mil para 200 mil pares reprodutivos entre os anos de 1980 e 2006. Atualmente o Pinguim-de-Magalhães é classificado como uma espécie “quase ameaçada” (IUCN, 2011). No Brasil foi criado o Programa Nacional de Monitoramento do Pinguim-de-Magalhães, com o intuito de aumentar o conhecimento sobre a espécie no país e otimizar os esforços na pesquisa, reabilitação e conservação.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/reserva-tombo.jpg" alt="Patagônia Pinguim" width="386" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-9029" /></p>
<p>Acompanhe as trips do Keisuke em:</p>
<p><strong>Facebook:</strong> Outdoor – <a href="http://www.facebook.com/pointoutdoor" title="Fanpage do Blog Outdoor no Facebook" target="_blank">http://www.facebook.com/pointoutdoor</a><br />
<strong>Site:</strong> <a href="http://www.outdoor.blog.br/" title="Visite o Blog Outdoor" target="_blank">http://www.outdoor.blog.br/</a><br />
<strong>Texto e fotos:</strong> Keisuke Kira</p>
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		<title>Manta Fleece &#8211; Trilhas &amp; Rumos</title>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 13:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A manta fleece é fácil de lavar e guardar, e vem em uma prática embalagem para transporte. É ao mesmo tempo um cobertor, um poncho e um saco de dormir. Ideal para viagens em lugares não muito frios, abrigos e casa de amigos. Ela é feita em Polar 300 g/m2, o mesmo material usado em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A manta fleece é fácil de lavar e guardar, e vem em uma prática embalagem para transporte. É ao mesmo tempo um cobertor, um poncho e um saco de dormir.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/saco-manta-fleece-trilha-e-rumos.jpg" alt="" title="saco manta fleece trilha e rumos" width="600" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-8283" /></p>
<div id="attachment_8999" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/manta-fleece-poncho.jpg" alt="poncho de fleece" width="600" height="337" class="size-full wp-image-8999" /><p class="wp-caption-text">Manta Fleece sendo usada como poncho</p></div>
<p>Ideal para viagens em lugares não muito frios, abrigos e casa de amigos. Ela é feita em Polar 300 g/m2, o mesmo material usado em alguns casacos de fleece da Trilhas &#038; Rumos. Oferece uma boa proteção contra o frio quando usada separadamente. Pesa 1,1kg e mede 1.80m de comprimento por 0,50m de largura. </p>
<p>Uma observação importante: para quem opta pela linha fast and light ela não é indicada, pois é volumosa, mas é um produto que vai se adequar ao uso em camping estruturado e até em algumas situações outdoor e viagens. Junto com um saco de bivaque a Manta Fleece pode ser uma opção para quem deseja deixar a barraca em casa, ela será uma opção mais leve do que o conjunto barraca/saco de dormir, em muitos casos.</p>
<div id="attachment_9000" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/comparacao-manta-fleece.jpg" alt="Manta Fleece Trilhas e Rumos" width="600" height="337" class="size-full wp-image-9000" /><p class="wp-caption-text">Comparação da manta com uma latinha de batata</p></div>
<p>Apesar de ser feita do mesmo material dos fleeces, ela é mais rápida na hora da secagem, pois a abertura total dos zíperes faz com que o sol e o vento passem melhor por ela quando estendida &#8211; mas isso em uma situação de secagem normal, com tempo e disponibilidade favoráveis.</p>
<p>Pode ser usada como &#8220;cobertor&#8221;, pois o zíper abre totalmente; como poncho, tem uma abertura para a cabeça que fica na lateral; e, é claro, como saco de dormir. Se o frio for muito grande, ela pode ser usada como forro dentro de um saco de dormir. Interessante também para se ter em casa, como uma opção extra para o inverno.</p>
<div id="attachment_9001" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/manta-fleece-elasticos-para-fechar.jpg" alt="manta fleece" width="600" height="337" class="size-full wp-image-9001" /><p class="wp-caption-text">Elásticos para enrolar e comprimir a manta</p></div>
<blockquote><h3>Avaliação final</h3>
<p></p>
<p><strong>Produto:</strong> Manta Fleece<br />
<strong>Uso:</strong> Lugares não muito frios, bivaques (junto com um saco de bivaque) e uso doméstico<br />
<strong>Fabricante:</strong> Trilhas &#038; Rumos<br />
<strong>Site da marca:</strong> <a href="http://www.trilhaserumos.com.br/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">http://www.trilhaserumos.com.br/</a></p>
<p><strong>Ponto positivos:</strong> diversidade de uso<br />
<strong>Pontos negativos:</strong> volume, porém se o uso for substituindo um saco de dormir ela pode levar vantagem em alguns casos<br />
<strong>Perfil de usuário:</strong> uso geral em viagens, em casa ou mesmo trekking/camping</p>
</blockquote>
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		<title>ASF 2013 &#8211; Hi-Tec comenta lançamentos em vestuário</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 20:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Hi-Tec, marca internacional que de alguns anos pra cá está de volta ao mercado brasileiro, apresentou em seu stand na Adventure Sports Fair 2013 algumas das novidades na linha de calçados e de vestuário. Na linha de vestuário a empresa vem mostrando dois casacos corta-vento e duas opções de anoraks 3&#215;1 &#8211; um deles, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Hi-Tec, marca internacional que de alguns anos pra cá está de volta ao mercado brasileiro, apresentou em seu stand na Adventure Sports Fair 2013 algumas das novidades na linha de calçados e de vestuário. Na linha de vestuário a empresa vem mostrando dois casacos corta-vento e duas opções de anoraks 3&#215;1 &#8211; um deles, o Lallyn, vem com fleece interno removível e é mais barato que o modelo anterior (Legat). Outra diferença entre o Lallyn e o Legat é a coluna d&#8217;água, que no primeiro é de 3000mm e no último é de 4000mm &#8211; ambos valores de coluna mais do que suficientes para as condições de uso aqui no país e fora, na maioria esmagadora dos locais.</p>
<div id="attachment_8988" class="wp-caption aligncenter" style="width: 580px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/hi-tec-asf2013.jpg" alt="Stand Hi-Tec" width="570" height="350" class="size-full wp-image-8988" /><p class="wp-caption-text">Hi-Tec na ASF 2013</p></div>
<p>Um item que merece destaque na linha 3&#215;1 é o anorak Lady Dorin, uma peça feminina, com costuras seladas, respirável, ajuste na cintura, capuz removível, bolsos internos e coluna d&#8217;água de 5000mm. Ao contrário do normal, essa jaqueta não é acompanhada de um fleece interno, mas sim de um softshell destacável com coluna d&#8217;água de 8000mm, cintura ajustável e bolsos. Essa combinação se mostra interessante para quem pensa em usar a Lady Dorin em um mochilão urbano ou que combine aventuras outdoor com uso na cidade, já que o softshell é uma ótima opção para uso na cidade, sendo mais discreto do que o anorak em si.</p>
<p>Outro destaque na linha de roupas técnicas são duas opções de segunda pele, uma em Coolmax &#8211; um tecido técnico que atua na eliminação da umidade do corpo &#8211; e outra sem esta tecnologia. Ambas como padronagens masculina e feminina.</p>
<div id="attachment_8991" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/segunda-pele-hi-tec.jpg" alt="underwear térmico coolmax hi-tec" width="400" height="457" class="size-full wp-image-8991" /><p class="wp-caption-text">Um dos modelos de segunda pele da Hi-Tec, este em coolmax</p></div>
<p>Na linha de calçados a Hi-Tec segue com botas impermeáveis, tênis e papetes. Aliás na feira nós fomos apresentados a um modelo &#8220;híbrido&#8221; que fica entre um tênis e uma papete &#8211; o que me pareceu uma boa opção para quem deseja um calçado mais arejado como uma papete mas gosta de algo menos aberto, trata-se do Bahama Sport, uma boa opção para trilhas simples, sem muita &#8220;sujeira&#8221; (galhos, cascalho e afins) e com mochilas de ataque leves. Chamou a minha atenção por ser um modelo que eu posso usar em viagens de verão &#8211; no estilo Ilha Grande ou similares &#8211; bem como no dia a dia.</p>
<div id="attachment_8983" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/bahama-sport-charcoalchartreuse.jpg" alt="Calçados hi-tec" width="520" height="390" class="size-full wp-image-8983" /><p class="wp-caption-text">Bahama Sport &#8211; um híbrido entre a papete e os tênis de caminhada</p></div>
<p>A papete Diablo (foto abaixo) veio para resolver um pequeno problema que os usuários que gostam das papetes costumam reclamar &#8211; a ausência de biqueira. Na Hi-Tec Diablo o usuário tem uma biqueira que protege os dedos de impactos e reduz a entrada de pequenos galhos e pedrinhas pela parte da frente do calçado. Chamou a atenção da Elque, que gosta deste tipo de calçado.</p>
<div id="attachment_8986" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/papete-diablo-hi-tec.jpg" alt="Papete Hi-Tec" width="520" height="390" class="size-full wp-image-8986" /><p class="wp-caption-text">A Diablo apresenta uma biqueira que ajuda na proteção dos dedos</p></div>
<p>Gravamos alguns vídeos no stand da marca na Adventure Sports Fair, o pessoal da Hi-Tec comentou mais detalhes sobre a linha de vestuário que falamos aqui neste artigo, para saber mais sobre cada uma das peças assista aos vídeos abaixo:</p>
<p><center><iframe width="600" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/CuYfiDhKevY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p><center><iframe width="600" height="450" src="http://www.youtube.com/embed/CBfM7ht3f8w" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
]]></content:encoded>
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		<title>ASF 2013 &#8211; Curtlo mostra novidades em vários itens!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 18:04:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ASF 2013]]></category>
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		<description><![CDATA[Fotos: Mario Nery A Curtlo empresa nacional que fabrica linhas de vestuário, mochilas e calçados &#8211; dentre outros itens &#8211; exibiu diversas novidades em seu stand na Adventure Sports Fair 2013, que aconteceu na semana passada em São Paulo. Algumas novidades são fáceis de serem identificadas, a marca mudou as cores em diversos itens, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fotos: Mario Nery</p>
<p>A Curtlo empresa nacional que fabrica linhas de vestuário, mochilas e calçados &#8211; dentre outros itens &#8211; exibiu diversas novidades em seu stand na Adventure Sports Fair 2013, que aconteceu na semana passada em São Paulo. Algumas novidades são fáceis de serem identificadas, a marca mudou as cores em diversos itens, com destaque para as linhas de mochilas cargueiras e de hidratação, que ganharam cores mais vibrantes, em algumas até mesmo o logo da empresa foi representado em outras cores.</p>
<div id="attachment_8965" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/curtlo-asf2-13.jpg" alt="Curtlo" width="600" height="401" class="size-full wp-image-8965" /><p class="wp-caption-text">Curtlo na Adventure Sports Fair</p></div>
<div id="attachment_8972" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/novas-cores-cargueiras-curtlo.jpg" alt="Cargueiras da Curtlo" width="600" height="401" class="size-full wp-image-8972" /><p class="wp-caption-text">Curtlo apresenta novas cores nas cargueiras e embaixo no meio um modelo mais simples em estilo mais &#8220;alpino&#8221;</p></div>
<p>Outras não aparecem tanto, a menos que você mexa um pouco nos produtos, como é o caso dos alforges traseiros de bike que viram bolsas de ombro &#8211; o mesmo acontece com a bolsa de guidão. Uma solução super legal para quem precisa transportar alguma coisa pela cidade mas não quer carregar uma mochila. Quando o volume a ser transportado não é grande essa solução se encaixa muito bem! Gostei disso.</p>
<div id="attachment_8967" class="wp-caption aligncenter" style="width: 344px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/alforge-bolsa-curtlo.jpg" alt="alforge bike curtlo" width="334" height="500" class="size-full wp-image-8967" /><p class="wp-caption-text">Alforge traseiro que vira bolsa de ombro &#8211; grande sacada!</p></div>
<div id="attachment_8969" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/alforges-traseiros.jpg" alt="bike acessórios" width="600" height="401" class="size-full wp-image-8969" /><p class="wp-caption-text">Padronagens que lembram curvas de nível nos alforges da Curtlo</p></div>
<p>A Curtlo também aumentou a sua linha de produtos em neoprene, com destaque para as diversas pochetes &#8211; úteis para quem corre &#8211; e para as capas e protetores para tablets e outros gadgets.</p>
<p>O grande chamariz deste ano no stand deles ficou por conta da cargueira &#8220;Solares 65+15&#8243;, um projeto de conclusão de curso do Luciano Rodrigues, colaborador da Curtlo, que desenhou uma mochila com uma grande placa de captura solar na frente e logo abaixo um compartimento aveludado com conectores para diversos tipos de aparelhos eletrônicos, este espaço permite que o usuário caminhe com a cargueira enquanto deixa seu gadget sendo carregado pela placa solar.</p>
<div id="attachment_8970" class="wp-caption aligncenter" style="width: 344px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/curtlo-solares.jpg" alt="Projeto Solares Curtlo" width="334" height="500" class="size-full wp-image-8970" /><p class="wp-caption-text">Cargueira Solares 65+15 &#8211; uma mochila com painel solar e conexões para carregar diversos gadgets</p></div>
<p>Nós tivemos a oportunidade de gravar um vídeo com o Luciano explicando mais detalhes sobre o projeto dele, confira:</p>
<p><center><iframe width="580" height="326" src="http://www.youtube.com/embed/8ekmsT_PnRk" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>Outro destaque foi a remodelagem da linha de calçados da marca. A Curtlo mudou os solados dos Vibram Outdoor (que escorregavam e davam N problemas) para uma versão mais moderna e leve do famoso solado italiano, o que melhorou o peso das botas! Aliás a construção das botas melhorou também. Os modelos expostos esse ano já apresentaram uma evolução no desenho dos produtos.</p>
<div id="attachment_8971" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/solado-novo-trail-pro-curtlo.jpg" alt="Botas Curtlo" width="600" height="401" class="size-full wp-image-8971" /><p class="wp-caption-text">Bota Trail Pro com o novo solado Vibram &#8211; mais leve e moderno</p></div>
<p><center><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</strong></center></p>
<p><strong>Pra ver mais fotos da ASF 2013 visite nossa página no Facebook:</strong> <a href="https://www.facebook.com/media/set/?set=a.548707295172152.1073741831.122583751117844&#038;type=3" title="Curta as nossas fotos e a nossa página no FB" target="_blank">Trekking Brasil no FB</a></p>
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		<title>Ilha de Páscoa ou Rapa Nui &#8211; Chille</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 18:10:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens e Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Mochilão Ilha de Páscoa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapa Nui]]></category>
		<category><![CDATA[relato de viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Texto e fotos por Juliana Anverce (Judy), DJ e mochileira. Nota: Conhecemos a Judy em uma trip nossa pela Bolívia quando nós três passamos o dia no tour do Salar de Uyuni. (Mario e Elque) Isolamento é o sobrenome desta ilha localizada no sul do pacífico à quase 4 mil Km da costa chilena e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote><h5>Texto e fotos por Juliana Anverce (Judy), DJ e mochileira.</h5>
<p>
Nota: Conhecemos a Judy em uma trip nossa pela Bolívia quando nós três passamos o dia no tour do Salar de Uyuni. (Mario e Elque)
</p></blockquote>
<p>Isolamento é o sobrenome desta ilha localizada no sul do pacífico à quase 4 mil Km da costa chilena e mais 4 mil Km da porção de terra habitada mais próxima, o Tahiti. Chamada de Umbigo do Mundo pelo povo Rapa Nui (originais habitantes da ilha), reflete toda a cultura ancestral de uma das civilizações mais antigas do mundo moderno. Povoada pelos polinésios, Páscoa distribui sua história repleta de mistérios nos seus 170 km² de uma terra pobre de recursos naturais, mas rica em cultura e sabedoria.</p>
<p>Visitar a ilha, é muito mais do que descobrir os Moais (as enormes e famosas estátuas de pedra). É também,  vivenciar experiências únicas como a subida ao vulcão Rano Kau e Orongo pela trilha de  3Km morro acima, cruzar com cavalos selvagens à beira da estrada, assistir os grupos de dança típica e comer o Curanto, prato da região.</p>
<div id="attachment_8942" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/por-do-sol-no-tahai.jpg" alt="Ilha de Páscoa" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8942" /><p class="wp-caption-text">Pôr do Sol em Tahai</p></div>
<p>As inúmeras cavernas, de onde se entra por uma entrada principal e sai pelo outro lado, por um buraco minúsculo no chão, é daqueles programas que empolga qualquer desbravador. As maiores, chegam à uma distância de 300 metros de comprimento. Na “Caverna das duas Ventanas”,  você pode ainda ter a grata surpresa de se deparar com duas abertura incríveis na rocha que dão para o mar.  Em outra ( Ana Kai Tangata) há pinturas rupestres no teto. Não esqueça a lanterna!</p>
<div id="attachment_8949" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/caverna-das-duas-ventanas.jpg" alt="Mochilão Chile" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8949" /><p class="wp-caption-text">Caverna das Duas Ventanas</p></div>
<p>Pra quem gosta de praia, Anakena é ideal. Além da água azulzinha do Pacífico propicia a atividades como o snorkeling, conta com um conjunto de Moais que dão um toque especial. Para o surf, o pico é a praia da cidade, Hanga Roa, pertinho da avenida principal. Mesmo sendo o Pacífico, a temperatura da água nem é tão assustadora assim, dá pra encarar numa boa.</p>
<div id="attachment_8952" class="wp-caption aligncenter" style="width: 343px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/saida-da-caverna.jpg" alt="caverna na ilha de páscoa" width="333" height="500" class="size-full wp-image-8952" /><p class="wp-caption-text">Saída da caverna</p></div>
<h3>A lenda dos Moais</h3>
<p></p>
<p>Por muito tempo, o mistério prevaleceu sobre a (im)possibilidade dos nativos Rapa Nui terem levado as enormes e pesadas estátuas até os seus Ahus (plataforma onde elas se encontram). Hoje a teoria mais aceita, é que eles amarravam cerca de duas cordas em cada lado do Moai e com a força de mais ou menos vinte homens e o processo de deslize do pé da estátua, a faziam literalmente andar. Certamente, esse processo levava meses. É interessante lembrar que dentro de cada Ahu, existiam ossadas do falecido líder do clã. Assim, o Moai o representava ao mesmo tempo que protegia a vila. Este é o motivo de eles estarem de costas para o mar (com exceção do Ahu Akivi ao que dizem serem os 7 desbravadores ou astrônomos – o Moai do meio, “olha” exatamente para a posição do sol nos solsticios).</p>
<div id="attachment_8944" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/akivi.jpg" alt="Rapa Nui Island" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8944" /><p class="wp-caption-text">Akivi</p></div>
<h3>Onde encontrar</h3>
<p></p>
<p>Os maiores símbolos da Ilha de Páscoa podem ser encontrados em sua maioria ao redor da costa. Em alguns, é necessário a presença de um guia ou algum nativo para indicar o local exato, já que algumas entradas não possuem placas de sinalização.  Os principais Ahus (Tongariki – o conjunto dos 15; Anakena  e Akivi &#8211; o conjunto dos 7) estão bem demarcados e podem ser encontrados facilmente. Todos os Ahus se encontram longe da cidade, portanto, alugar um carro é essencial, ou, se estiver com as pernas em dia pra pedalar bastante, vale o esforço. As únicas exceções são os Ahus Te Ata Hero, Tautira e Tahai, pertinhos do centro e dá pra ir a pé tranquilamente.</p>
<h3>Vulcões</h3>
<p></p>
<p>O Terevaka, é um dos pontos mais altos da ilha, de onde pode se ter uma noção do local em quase 360°. Dá pra subir a pé (a partir do Ahu Akivi com trilha de cerca de duas horas) ou a cavalo, com guia. Não tive tempo de subir, mas algumas pessoas disseram ser lindo. </p>
<p>O Poike é o vulcão mais antigo e isolado. Necessário guia, já que não é um local muito frequentado por turistas.</p>
<p>O Rano Kau é sem duvidas o mais famoso.  Último vulcão ao entrar em erupção e que deu forma à ilha, possui um lago coberto por uma vegetação na sua cratera. Dá pra chegar de carro ou bike pela estrada, ou a pé, pela trilha de 3km saindo da rua ao lado do aeroporto. Pela trilha, dá pra ter uma bela visão de Hanga Roa e parte da costa.</p>
<div id="attachment_8947" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/vulcao-rano-kau.jpg" alt="Rapa Nui Vulcano" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8947" /><p class="wp-caption-text">Mirante do vulcão Rano Kao</p></div>
<p><strong>Rano Raraku</strong></p>
<p>Além de ser um vulcão, Rano Raraku também concentra a famosa fábrica de Moais. Eram lá que os nativos esculpiam as estátuas e depois levavam para seus respectivos Ahus. É possível ver alguns Moais inacabados nas rochas e outros enterrados, apenas com a cabeça para fora. São dezenas deles espalhados pelo chão. Na entrada, vão cobrar o ticket de visitação que pode ser adquirido no aeroporto ou nos principais parques por U$60,00.</p>
<p><strong>Orongo</strong></p>
<p>Logo ao lado do vulcão Rano Kau, está a entrada para Orongo. Assim como Rano Raraku, é necessário o ticket de visitação. Em Orongo, além da aldeia de casinhas de pedra dá pra avistar a ilha para onde partiam os chefes de cada clã para a competição do Homem Pássaro, onde cada um deles tinha que descer o penhasco até o mar, nadar até a ilha e voltar com um ovo intacto da Manutara, ave que só aparecia na região uma vez ao ano. O chefe que ganhasse, governaria a ilha por um ano, até a próxima competição. Ainda existem petróglifos em algumas rochas, porém o acesso é restrito devido à degradação das escrituras.</p>
<p><strong>Te Pitu Kura (o umbigo do mundo)</strong></p>
<p>Escolher uma boa hora pra conhecer o “umbigo do mundo” é essencial (dê preferencia para a hora do almoço, bem cedo ou no final da tarde). O local ferve de turistas loucos pra trocar energias com a famosa pedra. De fato, o poder magnético é indescritível. Basta fazer o teste da bússola que não aponta o norte real (a minha câmera, uma Canon T3 parou de funcionar!). Depois, faça seu ritual energético tocando a pedra e espere para ver o que acontece. Ouvi relatos de gente que saiu zonza.</p>
<div id="attachment_8948" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/te-pitu-kura-umbigo-do-mundo.jpg" alt="Ilha de Páscoa Chile" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8948" /><p class="wp-caption-text">Te Pitu Kura, o &#8220;Umbigo do Mundo&#8221;</p></div>
<p><strong>Hanga Roa</strong></p>
<p>A “capital” Rapa Nui lembra uma tipica cidadezinha do interior e se volta principalmente para sua avenida principal onde se encontram bares, restaurantes, mercadinhos, farmácia e lojas de souvenirs. Mais acima, na rua transversal há uma igreja com santos talhados em madeira onde acontecem missas em Rapa Nui todo domingo de manhã. Há ainda um museu, bancos (Santander e Banco do Estado), corpo de bombeiros e correios, onde você pode marcar seu passaporte com um carimbo com desenhos de Moais. Na paralela a avenida principal está a avenida beira mar onde dá pra encontrar o Ahu Tautira. Seguindo a avenida pela direita dá para admirar uma bela vista do Pacífico, até chegar no Ahu Tahai, famoso pelo seu pôr do sol. </p>
<h3>Gastronomia</h3>
<p></p>
<p>Tudo na ilha é caro. Dependendo do local, voce pode pagar cerca de R$ 5,00 (convertidos em pesos chilenos) em uma garrafinha d’água. Com a comida não é diferente. Os menus dos restaurantes variam de 10.000 à 20.000 pesos (cerca de R$40,00 R$80,00), onde você pode desfrutar de belos pratos com peixes e demais frutos do mar, até comida italiana e carnes. Se quer economizar um pouco a boa são as empanadas. Com 4.000 pesos é possível matar a fome com uma mega empanada do sabor que preferir e ainda de quebra, tomar um copo de suco de quase um litro bem geladinho. Almocei a iguaria em uma pizzaria na esquina da frente da igreja e não me arrependi. Existem varias barraquinhas perto do campo de futebol que também vendem empanadas, ainda mais baratas.  Ou então, recorrer a boa e velha cozinha do hostel e guardar a grana para os passeios. (existem 3 mercadinhos na avenida principal, o mais barato é um que se chama “Supermercado”.  Dá pra comprar varias coisas por lá para cozinhar).</p>
<p>*O Curanto é o prato tipico da região e consiste em um peixe com batatas assado na terra com folhas de bananeira. O jantar é servido junto com uma apresentação de dança típica Rapa Nui no restaurante Te Ra’ai. Custa a bagatela de 40.000 pesos.</p>
<h3>Hostels e Hotéis</h3>
<p></p>
<p>A Ilha de Páscoa conta com uma boa rede hoteleira. Do mais simples ao mais sofisticado, a maioria se encontra na região do centro de Hanga Roa. Eu fiquei no Hostel Kona Tau, da rede Hostelling International. A diária custa em média U$ 35,00 em quarto compartilhado com café da manhã e transfer in e out. O dono, Diego, é super receptivo e ainda é professor de línguas na escola local.  Existem outras opções baratas como as cabanas Vaianny e diversos campings.</p>
<h3>Contratar guia ou não?</h3>
<p></p>
<p>Fechei um passeio full day com um amigo e mais um casal de brasileiros no primeiro dia na ilha. Na manhã seguinte, passamos pela costa conhecendo os Moais até a praia de Anakena, onde almoçamos as famosas empanadas. No período da tarde, fizemos a rota das cavernas. O legal do guia, é que ele sabe exatamente onde te levar, além de contar histórias incríveis, que a maioria não sabe. Depois disso, o Marco Antônio (ou Kako, como é conhecido), virou nosso amigo e fizemos até uma festa de brasileiros em sua casa. Vale ressaltar que ele é um Rapa Nui típico, mas como é casado com uma brasileira, fala português. </p>
<p>E se não quiser&#8230; basta juntar uma turma, alugar um carro e fazer o que bem entender. A gasolina na ilha é bem barata e rende bastante. Existem duas locadoras na avenida principal, a Insular e a Oceanic. Pegamos na Insular por 35.000 a diária, um pouco mais barato porque estávamos com o guia. A Oceanic tem preços bons também, basta negociar. </p>
<div id="attachment_8950" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/beira-mar.jpg" alt="Rapa Nui" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8950" /><p class="wp-caption-text">Beira Mar</p></div>
<h3>O que não perder de jeito nenhum!</h3>
<p></p>
<p><strong>Subir o Rano Kau pela trilha. </strong></p>
<p>Em 1h15 dá pra chegar ao topo numa boa andando em ritmo tranquilo. Bem menos que isso pra descer. O legal da trilha, além da vista de Hanga Roa são os “cachorros-guia”. Eles esperam turistas na entrada e acompanham até o final da descida (inclusive, esperam você tirar fotos e descansar). Assim que o trajeto acaba, eles simplesmente vão embora. Não subestime a sabedoria do caozinho quando bater a dúvida na única bifurcação da trilha. Apenas o siga.</p>
<p><strong>Pôr do sol no Tahai</strong></p>
<p>O Ahu Tahai é geralmente o ponto de encontro de quem quer marcar algo no dia seguinte ou a noite com a galera que acabou de conhecer nos passeios, já que a comunicação por celular por lá é um pouco complicada e o lugar é pertinho do centro. Além disso, tem o pôr do sol mais lindo que já vi. Ver os raios solares penetrarem por entre os Moais é uma cena única. Atenção: o pôr do sol na ilha começa às 20h00.</p>
<p><strong>Nascer do sol no Tongariki</strong></p>
<p>Assim como no Tahai, o nascer do sol no Ahu Tongariki é de um espetáculo imenso. Começa por volta das 8h00 e tem seu ápice 8h40. Dá pra fechar com algum taxista só pra levar, esperar o sol nascer e depois voltar à Hanga Roa. Se alugar uma camionete no dia anterior e tiver a possibilidade, faça o trajeto de volta na carroceria. Garanto que é sensacional.</p>
<div id="attachment_8945" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/nascer-do-sol-em-tongarik.jpg" alt="Tongarik" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8945" /><p class="wp-caption-text">Nascer do sol em Tongarik</p></div>
<p><strong>Assistir o Kari Kari</strong></p>
<p>O Kari Kari é o grupo de dança/musica tipica Rapa Nui mais famoso da ilha. As apresentações custam 10.000 e rolam na avenida principal em um barracão nos fundos de uma casa (tem uma placa de indicação na frente). As apresentações acontecem 3 vezes por semana. </p>
<p>Ver o céu a noite em um ponto mais isolado. Acredito que seja um dos céus mais lindos do mundo. O melhor horário é entre às 2h00 e 3h00 da manhã. Se emocione com a quantidade de estrelas cadentes.<br />
Pra quem quer fazer tatoo&#8230;</p>
<p>Muita gente vai a ilha e quer sair com uma marca representando o local. Foi o que aconteceu quando estive, na semana do dia 13 de abril. A procura por tatuagem foi tamanha, que só haviam horários para a semana seguinte. Existem 3 tatuadores (todos localizados na avenida principal) e se quiser, agende assim que chegar. Não faça como eu que deixou pra agendar depois e voltou sem nenhuma tatuagem nova pra casa. </p>
<h3>Dicas: </h3>
<p></p>
<p>- O “Marau” é uma das únicas “baladas” da cidade. Tem karaokê, Pisco Sour e comida japonesa. Mas acaba cedo, como tudo em Páscoa.</p>
<p>- Jamais confie no clima. Se em uma hora está um sol de rachar, nos próximos quinze minutos pode vir uma nuvem imensa e desabar o mundo. Leve sempre uma capa de chuva ou anorak para os passeios.</p>
<p>- Protetor solar, protetor labial, chapéu/boné e óculos escuros são imprescindíveis, mesmo em dias nublados. A radiação UV na Ilha é altíssima.</p>
<p>- Evite comprar souvenirs na avenida principal. A rua que vai até a igreja tem lojas com presentinhos mais baratos e de igual qualidade.</p>
<p>- A temperatura média não cai mais do que 15° nem no inverno. Não há necessidade de roupas muito pesadas. Casacos medianos resolvem, principalmente a noite.</p>
<p>- Tome cuidado se for levar algum tipo de comida do Brasil. A fiscalização chilena é chata com relação a isso. Se levar, declare tudo, para evitar dores de cabeça e eventuais multas.</p>
<p>- Se precisar passar uma noite no aeroporto de Santiago (as conexões para Páscoa são somente pela manhã), suba até o 3° nivel. Atrás, há bancos onde dá pra dar aquela esticada no corpo e é bastante silencioso.</p>
<p>- Evite comprar o ticket de visitação de Rano Raraku e Orongo fora do aeroporto. Mesmo o preço sendo o mesmo, sempre se corre o risco de não haver tickets para comprar nos parques. Um amigo estava sem e não conseguiu entrar em Orongo porque não estavam vendendo.</p>
<p>- É possível fazer mergulhos na ilha. Algumas agências se encontram perto da avenida principal, indo em direção à praia de Hanga Roa.</p>
<h3>E no mais&#8230;</h3>
<p></p>
<p>Aproveite tudo o que a Ilha tem a oferecer. Conheça os nativos, converse com eles, mergulhe nos passeios e sinta a energia peculiar do lugar mais isolado do mundo. Páscoa sempre tem algo a dizer.</p>
<h5>Texto e fotos por Juliana Anverce (Judy)</h5>
<p></p>
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		<title>Curso de Escalada em Gelo e Progressão em Glaciar &#8211; GPM</title>
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		<pubDate>Wed, 01 May 2013 19:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elque Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[Curso de Escalada em Gelo e Progressão em Glaciar]]></category>
		<category><![CDATA[escalar bolívia]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[GPM]]></category>

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		<description><![CDATA[Texto e fotos: Edson Vandeira Em comemoração aos seus 10 anos de atividades, o Grupo Paulista de Montanhismo (GPM) tem o prazer de convidá-los para o seu Curso de Escalada em Gelo e Progressão em Glaciar a ser realizado em junho próximo na Bolívia. O curso é destinado àqueles que desejam dar os primeiros passos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Texto e fotos: Edson Vandeira</strong></p>
<p>Em comemoração aos seus 10 anos de atividades, o Grupo Paulista de Montanhismo (GPM) tem o prazer de convidá-los para o seu Curso de Escalada em Gelo e Progressão em Glaciar a ser realizado em junho próximo na Bolívia.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Maciço-Condoriri-Bolívia.jpg" alt="Maciço Condoriri - Bolívia" width="580" height="220" class="aligncenter size-full wp-image-8920" /></p>
<p>O curso é destinado àqueles que desejam dar os primeiros passos sobre neve e gelo de forma segura, com equipamentos e monitoração adequados, alcançando gradativamente alturas superiores as encontradas em nosso país.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/escalando-em-gelo.jpg" alt="escalando em gelo" width="428" height="580" class="aligncenter size-full wp-image-8922" /></p>
<p>Os instrutores têm uma sólida formação de escalada em gelo na Argentina e Bolívia e ascensões de altas montanhas no Peru, Equador, Venezuela, Argentina e Bolívia.</p>
<p>Local: Parque Nacional Tuni-Condoriri, Cordilheira Real – Bolívia.</p>
<p>Data: De 15 a 29 de Junho de 2013 – com opcional Huayna Potosi 6.088m (exta curso).</p>
<p>Vagas: Mínimo de 4 e máximo de 6 alunos.</p>
<p>Investimento: R$1.450,00 associados GPM e R$1.650,00 não associados ou em 3 parcelas iguais. Desconto de R$100,00 para pagamentos a vista.</p>
<p>Pré Requisitos: Ter concluído o Curso Básico de Montanhismo e Escalada ou experiência similar, estar apto a praticar exercícios físicos.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Huayna-Potosi-6.088m-visto-do-Chacaltaya..jpg" alt="Huayna Potosi 6.088m , visto do Chacaltaya." width="580" height="428" class="aligncenter size-full wp-image-8923" /></p>
<p>Conteúdo do Curso:</p>
<p>Aulas teóricas sobre Aclimatação, Climatologia, Planejamento, Gretas e Avalanches, Apresentação de Equipamentos, Nós e Voltas.  Aulas Práticas: Técnicas de Cramponagem  10 e 12 pontas, Escalada em gelo, Progressão em glaciar, Ancoragens em neve e gelo, Rapel em neve e gelo, Auto detenção, Auto resgate e Resgate em gretas, Acampamentos e Sobrevivência no gelo.</p>
<p>Cronograma:</p>
<p>1º Dia – 15/Junho (Sáb) &#8211; La Paz (3.800m).</p>
<p>2º Dia – 16/Junho (Dom) &#8211; Aclimatação e descanso em La Paz.</p>
<p>3º Dia – 17/Junho (Seg) &#8211; Aclimatação, compras e aluguel de equipamentos.</p>
<p>4º Dia – 18/Junho (Ter) &#8211; Cerro Chacaltaya, 5.400m.</p>
<p>5º Dia – 19/Junho (Qua) &#8211; Transfer para Tuni, caminhada ate o Campo Base (4.650m) e aulas teórico-praticas.</p>
<p>6º Dia – 20/Junho (Qui) &#8211; Exercícios no Glaciar (4.750m).</p>
<p>7º Dia – 21/Junho (Sex) &#8211; Exercícios no Glaciar.</p>
<p>8º Dia – 22/Junho (Sáb) &#8211; Exercícios no Glaciar.</p>
<p>9° Dia – 23/Junho (Dom) &#8211; Descanso. Alimentação, hidratação e preparação para o ataque ao cume.</p>
<p>10º Dia – 24/ Junho (Seg) &#8211; 1ª. tentativa de cume dos cerros Tarija e Pequeno Alpamayo.</p>
<p>11° Dia – 25/Junho (ter) &#8211; 2ª. tentativa. Retorno a La Paz. Finalização do curso.</p>
<p>12° Dia – 26/Junho (Qua) &#8211; Transfer ao Campo Base do Huayna Potosi e caminhada ate o Campo Alto Roca.</p>
<p>13° Dia &#8211; 27/Junho (Qui) – 1ª. Tentativa ao cume do Huayna Potosi, 6.088m.</p>
<p>14° Dia &#8211; 28/Junho (Sex) – 2ª. Tentativa (dia extra) e retorno para La Paz.</p>
<p>15° Dia – 29/Junho(Sáb) &#8211; La Paz.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Pequeño-Alpamayo-visto-do-cume-do-Tarija..jpg" alt="Pequeño Alpamayo, visto do cume do Tarija." width="580" height="428" class="aligncenter size-full wp-image-8924" /></p>
<p>O que está Incluso:</p>
<p>·         Guias de Montanha: Proporção de 2 a 3 alunos por guia;</p>
<p>·         5 pernoites em hostel em La Paz (4 noites iniciais e do 11º. dia);</p>
<p>·         Transporte de La Paz a Tuni: Local que dá acesso ao inicio da trilha para o Acampamento Base Condoriri (ida e volta)</p>
<p>·         Equipamento coletivo de Escalada: (Barracas dormitório, cordas, parafusos e estacas de neve);</p>
<p>·         Taxa de Manutenção do Parque;</p>
<p>·         Manual Básico de Escalada em Gelo;</p>
<p>·         Certificado de participação no curso;</p>
<p>O que não está Incluso:</p>
<p>·         Passagens aéreas e taxas de embarque;</p>
<p>·         Translado do aeroporto até o Hostel em La Paz;</p>
<p>·         Alimentação;</p>
<p>·         Equipamentos não coletivos;</p>
<p>·         Animais de carga para o Acampamento Base;</p>
<p>·         Gorjetas, transfer para Huayna Potosi, passeios e outros itens não descritos como inclusos.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/Cume-do-Pequeño-Alpamayo-5.450m.jpg" alt="Cume do Pequeño Alpamayo, 5.450m" width="580" height="428" class="aligncenter size-full wp-image-8925" /></p>
<h2>Informações através do e-mail: cursos@gpm.org.br</h2>
<p></p>
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		<title>Calça Hard Pro Mountain &#8211; Hard Adventure</title>
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		<pubDate>Wed, 01 May 2013 10:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mario Nery</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos e Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Vestuário]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação de equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Calça]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Hard Adventure]]></category>
		<category><![CDATA[Hard Pro Mountain]]></category>
		<category><![CDATA[vestuário]]></category>

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		<description><![CDATA[A Hard Adventure é uma empresa brasileira que desenvolve peças de vestuário para esportes de aventura usando materiais de qualidade e com foco em produtos bem acabados, além deste ponto, o atendimento dispensado ao consumidor &#8211; várias pessoas comentaram conosco a atenção da empresa e nós mesmos sempre fomos bem atendidos por eles &#8211; completam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Hard Adventure é uma empresa brasileira que desenvolve peças de vestuário para esportes de aventura usando materiais de qualidade e com foco em produtos bem acabados, além deste ponto, o atendimento dispensado ao consumidor &#8211; várias pessoas comentaram conosco a atenção da empresa e nós mesmos sempre fomos bem atendidos por eles &#8211; completam o quadro de qualidades positivas e que merecem destaque antes mesmo de falarmos de alguma coisa.</p>
<p>Nós conhecemos a Hard Adventure no stand deles na Adventure Sports Fair de 2012, em São Paulo. A modelagem e alguns detalhes das calças especificamente me chamaram atenção e eu parei para olhar com calma. Então resolvemos revisar o modelo <strong>&#8220;Hard Pro Mountain&#8221;</strong>, uma calça-bermuda feita em poliamida 4 cabos com reforços de cordura nos pontos mais críticos &#8211; o que faz dela uma boa opção para trekkers, escaladores e espeleólogos.</p>
<p><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/hard-pro-mountain-vistas.jpg" alt="Calça Hard Adventure com cordura" width="522" height="302" class="aligncenter size-full wp-image-8902" /></p>
<p>O primeiro destaque fica por conta do ajuste da cintura que é feito em elástico e conta ainda com um cinto em fita com uma fivela de engate (como as que temos nas mochilas). Essa dupla facilita acertar a calça bem melhor ao redor da cintura, permitindo uma flexibilidade para o usuário quanto ao tamanho da cintura. O cinto é removível, possibilitando que o usuário coloque outro cinto na calça ou mesmo dispense o cinto original dela. O modelo tem 4 bolsos fechados por zíperes, sendo dois na lateral e dois na frente das pernas (na altura da coxa). Todos os zíperes usados na Hard Pro Mountain são YKK, considerados os melhores do mercado.</p>
<p><strong>Três detalhes importantes com relação a modelagem da calça: </strong></p>
<p>1. A bermuda tem a separação acima do joelho o que permite uma movimentação melhor, já que ela não prende um movimento mais brusco.<br />
2. A costura cavalo (recorte entre as pernas) permite uma liberdade muito boa. Facilitando as passadas longas durante caminhadas ou mesmo movimentos mais amplos na escalada sem &#8220;travar&#8221;.<br />
3. Possui modelagem para mulheres! Nem sempre é fácil achar um modelo de calça outdoor feminino &#8211; alguns fabricantes pensam mais em um modelo unissex &#8211; mas no caso da Hard Pro Mountain exite um modelo masculino e outro feminino.</p>
<p>Na parte de baixo a Hard Pro Mountain conta com um passador de botas no cano da calça. Dois zíperes &#8211; um em cada perma &#8211; permitem expandir a boca da calça para que ela seja vestida mesmo com um tênis ou bota calçados. Um detalhe é que essa abertura não abre por completo, como será visto melhor no vídeo a seguir.</p>
<div id="attachment_8911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/hard-pro-mountain-ziper.jpg" alt="Calça bermuda Hard Adventure" width="600" height="401" class="size-full wp-image-8911" /><p class="wp-caption-text">Detalhe da proteção para cabeça do zíper &#8211; bolsos frontais da coxa</p></div>
<p>A cordura usada na parte de trás da calça e sobre a região dos joelhos confere uma ótima resistência à abrasão, ponto importante para quem vai escalar ou descer/passar em cavernas/locais mais estreitos. Eu imaginava que a calça fosse esquentar por causa da poliamida reforçada e por causa da cordura, mas mesmo depois de uns 16Km de trekking usando ela em um dia que variava do nublado para o ensolarado eu não tenho o que reclamar, a calça se mostrou muito confortável.</p>
<div id="attachment_8908" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img src="http://trekkingbrasil.com/wp-content/uploads/hard-pro-mountain-uso.jpg" alt="Calça Hard Adventure com cordura" width="600" height="400" class="size-full wp-image-8908" /><p class="wp-caption-text">Calça durante uso de teste em Ibitipoca &#8211; 16 KM de trilha (foto: Elias Maio)</p></div>
<p>A Hard Pro Mountain é hoje uma das calças principais do meu armário, sendo figura fácil na minha mochila quando eu saio para alguma viagem ou trekking. Um produto que realmente eu gostei muito, uso e indico.</p>
<p><strong>Nota:</strong></p>
<p>Eu senti falta dos bolsos na lateral da perna (estilo cargo) e na parte de trás, mas eu tenho plena consciência de que eles atrapalhariam em uma situação onde é necessário se arrastar, podendo enganchar em algum local ou mesmo incomodar.</p>
<p>Muitas pessoas já falaram bem desta calça para mim e muita gente já veio me perguntar sobre ela &#8211; inclusive na ATM do Rio de Janeiro &#8211; uma escaladora, mãe de uma amiga, me perguntou o que eu achava do modelo e por acaso eu estava com a minha na mochila o que facilitou o &#8220;review ao vivo&#8221;. Uma amiga comentou sobre a Pro Mountain em um trekking que fizemos em Petrópolis (RJ) há algum tempo atrás, também só fez elogios a que ela tinha comprado. E outras pessoas já teceram comentários positivos quanto ao atendimento da Hard Adventure em um comentário que eu fiz no Facebook.</p>
<h3>Vídeo Review Calça Hard Pro Mountain</h3>
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<p><center><iframe width="600" height="338" src="http://www.youtube.com/embed/AKkEe7yz2vo" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<blockquote><h3>Avaliação e Nota final &#8211; 5 (No total de 5 pontos)</h3>
<p></p>
<p><strong>Produto:</strong> Calça bermuda Hard Pro Mountain<br />
<strong>Uso:</strong> Trekking, espeleologia, escalada e qualquer outra atividade que peça uma calça reforçada ou que vire bermuda<br />
<strong>Fabricante:</strong> Hard Adventure<br />
<strong>Site da marca:</strong> <a href="http://www.hardadventure.com.br/" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">www.hardadventure.com.br</a></p>
<p><strong>Ponto positivos:</strong> ajuste de cintura com fivela e elástico, reforços em cordura, entrepernas em costura cavalo, confortável, resistente e corte da bermuda acima do joelho permitindo livre movimentação. Possui modelagem masculina e feminina.</p>
<p><strong>Pontos negativos:</strong> nada me desagradou no modelo.</p>
<p><strong>Perfil de usuário:</strong> calça bermuda para trekkers, montanhistas em geral, espeleólogos e etc.</p>
<h3>Avaliações e Nota Final</h3>
<table><tbody><tr><td><strong class="ratingGroup">Visual</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr> <tr><td><strong class="ratingGroup">Acabamento</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr> <tr><td><strong class="ratingGroup">Resistência</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr> <tr><td><strong class="ratingGroup">Conforto</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr> <tr><td><strong class="ratingGroup">Multiuso</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr> <tr><td><strong class="ratingGroup">Facilidade de uso</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr> <tr><td><strong class="ratingGroup">Nota Geral</strong></td><td>&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&#9733;&nbsp;</td></tr></tbody></table>
<h3>Comentários e Extras</h3>
<p></p>
<p>Sinceramente e sem falsos elogios, é difícil dar uma nota que não seja a máxima para este modelo da Hard Adventure. Realmente uma ótima calça.</p>
<h3>Para comprar a Calça bermuda Hard Pro Mountain:</h3>
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<li>Orientista: <a href="http://www.orientista.com.br/parceiro/7/produto/810-calca-bermuda-hard-pro-mountain-cordura-preta" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">consulte e compre aqui (modelo masculino)</a></li>
<li>Orientista: <a href="http://www.orientista.com.br/parceiro/7/produto/2797-calabermuda-hard-adventure-pro-mountain-fem" target="_blank" title="este link abre uma nova janela">consulte e compre aqui (modelo feminino)</a></li>
</ul>
</blockquote>
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